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Há 120 anos, naufragava o barco ‘Vascaína’ vitimando 4 remadores do Vasco

Há 120 anos, naufragava o barco ‘Vascaína’ vitimando 4 remadores do Vasco Quarta-feira, 18/05/2022 – 20:24 No dia 18 de maio de 1902, há 120 anos, ocorrida a maior tragédia da história do remo vascaíno: o naufrágio do barco “VASCAINA”.

do Rio de Janeiro e de Niterói retrataram a dor do Clube com a perda dos seus associados. A tristeza se abateu sobre a agremiação. Mas, também foi destacada a coragem dos humildes “pescadores-salvadores” que fez com que a tragédia não fosse ainda maior. O Vasco da Gama agraciou José Moreno, Antonio Silveira e o jovem José Martins com o título de Sócio Honorário na Assembleia Geral realizada em 1.º de junho. Os três heróis receberam várias homenagens e foram agraciados com prêmios por diferentes entidades.

No dia 22 de junho, realizou-se no salão nobre da Associação dos Empregados do Comércio, no Rio de Janeiro, uma sessão solene para a entrega de medalhas de honra aos pescadores. O governo brasileiro se fez representar com o mandatário da nação, o Presidente da República, Campos Sales. Estiveram presentes outras autoridades políticas do país e o Ministro de Portugal no Brasil, João de Oliveira de Sá Camelo Lampreia. Os nobres pescadores foram agraciados com uma medalha de ouro, em nome do Rei de Portugal e Algarves, Dom Carlos I. Além disso, receberam medalhas de mérito do Club de Regatas Vasco da Gama, da Federação Brasileira das Sociedades do e da Presidência da República.

Campos Sales declarou Luto Nacional em memória dos vascaínos que tiveram suas vidas ceifadas pelas águas da Guanabara. Relembramos esse acontecimento como forma de prestigiar a memória dos associados que perderam as suas vidas naquele trágico acidente, bem como destacar a bravura dos que sobreviveram e daqueles herois que os ajudaram naquela tragédia. Além disso, buscamos demonstrar a força dos vascaínos e vascaínas em momentos de dificuldade. Fosse o Vasco um clube comum, tais acontecimentos, que atingiam uma associação ainda com poucos anos de vida, iriam enfraquecê-lo. Entretanto, o Clube se fortaleceu após cada revés que testava os brios dos adeptos da Cruz de Malta. Na contemporaneidade, incrivelmente, vemos pessoas surpresas com as manifestações da torcida vascaína, que comemora vitórias em partidas de futebol como se fossem títulos conquistados… Mal sabem que a construção desse colosso do esporte nacional tem como base o amor inexplicável e inesgotável e a coragem inabalável dos seguidores dessa agremiação campeã de terra e mar. Fonte: Site oficial do Vasco Memória Vascaína

18/05/1902 – Os pioneiros mártires do Vasco – O naufrágio da Vascaína, a Baleeira a 12 remos com patrão campeã de 1900 Há 120 anos, uma repentina tormenta na Baía da Guanabara fez virar a baleeira Vascaína que havia partido da sede na praia do Boqueirão do Passeio, em meio apronto que realizava sua guarnição já nas proximidades de Niterói. 4 distintos membros do Club foram águas revoltas: Luiz Ferreira Carvalho, José Pinto, Lourenço Corpa e Theodoro Machado, os pioneiros mártires do Vasco! Superaram a provação das águas revoltas os vascaínos José da Silva Campos, Francisco Barcellos, Raul Martins, Eduardo Almeida Roque, Miguel Dias, Emilio Campos, Guilherme Fernando Azevedo, Antonio Gomes Junior e Alberto Pinto Cunha que foram socorridos e salvos, após providencial alerta do menino José Martins de Barros, por um ato de heroísmo dos valentes pescadores José Moreno e Antonio Silveira que receberam homenagens e medalhas do C.R. Vasco da Gama; da Federação Brasileira das Sociedades de Remo (atual FRERJ), do Presidente da República, Sr. Campos Sales que declarou Luto Nacional; e do Rei de Portugal e Algarves, Dom Carlos I.

O naufrágio da Vascaína causou grande comoção na cidade que se solidarizou com o então jovem Club de Regatas Vasco da Gama. Na então Capital Federal mandou-se realizar diversas solenidades e missas em memória dos mártires que perderam sua vida em nome do Vasco! Na missa de 30.º dia realizada na Igreja da Candelária, uma multidão se fez presente, com delegação de diversas representações públicas e clubes sociais, dentre eles a dos funcionários da Central do Brasil, representada por Candido José de Araujo, que viria a se associar ao C.R. Vasco da Gama, conquistando o bicampeonato do Rio de Janeiro como seu presidente! #MemoVas #Vasco Fonte: Facebook Memória Vascaína

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